Trocar as Pastilhas de Freios Traseiras do seu Carro

Trocar as Pastilhas de Freios Traseiras do seu Carro

Trocar as pastilhas de freio traseiras do seu carro

Essa tarefa nem sempre é tão simples como alguns mecânicos pensam ser.

Frequentemente em nossa oficina especializada em freios, recebemos clientes com as pinças de freio traseiras danificadas, devido a serviços realizados incorretamente. Isso ocorre porque a substituição dessas pastilhas de freio traseiras requer alguns cuidados especiais.

É comum que as pessoas pensem que a função dos freios traseiros seja somente com relação ao freio de estacionamento, mas a rodas traseiras também freiam com o carro em movimento. Ou seja, quando você pisa no pedal de freio com a intenção de diminuir a velocidade ou parar o carro, as quatro rodas estão trabalhando para a desaceleração do veículo.

Os freios traseiros podem ser: freio a tambor, que trabalha com lonas e sapatas e é mais comum nos veículos nacionais; ou freio a disco, que trabalha com pastilhas e tem tecnologia mais atual. Nesse artigo, nos referimos à substituição das pastilhas quando o sistema das rodas traseiras trabalha com discos e pastilhas.

Encontramos hoje em dia no mercado brasileiro, dois principais tipos ou sistemas de freios a disco traseiros.

Existe um sistema no qual o freio de estacionamento trabalha com um jogo de sapatas que vai embutido dentro do cubo do disco de freio traseiro. Nesse tipo de sistema, a troca das pastilhas é realizada da forma mais tradicional, ou seja, simplesmente retornando o pistão com a ajuda de um sargento para coloca-lo na posição original. É bom lembrar que se recomenda abrir o parafuso de sangria para evitar que o fluido de freios com sujeira contamine o cilindro mestre ou até mesmo o módulo do ABS ocasionando danos no sistema.

Nesse sistema de freios a disco traseiro, a regulagem do freio de estacionamento é feita através do regulador, uma catraca que está internamente no cubo do disco traseiro. Pode ser realizada com uma simples chave de fenda introduzida através de um orifício no cubo que permite acessar essa regulagem.

Encontramos esse sistema em carros como o Corolla (de 2002 até 2008), Captiva, I30, Tucson, Santa Fé, Vera Cruz, Cerato, Sorento e outros.

No segundo tipo de sistema de freios a disco traseiro, o freio de estacionamento funciona com o próprio jogo de pastilhas de freio. Nesse caso, deve-se girar o êmbolo ou pistão para que este retorne à sua posição original, a fim de trabalhar com as novas pastilhas de freio. Para realizar tal procedimento, se recomenda utilizar uma ferramenta especial que facilita muitíssimo a realização do serviço, ganhando em tempo e evitando acidentes. É muito comum, com mecânicos menos experientes e não especializados, que estes pistões sejam retornados sem serem girados, o que vem a danificar a parte interna da pinça de freio, prejudicando o funcionando principalmente do freio de estacionamento.

Já nesse caso, a regulagem de freio de estacionamento é automática e se dá à medida que as pastilhas traseiras se desgastam, assentando-se. É natural que, nesse tipo de freio a disco traseiro, a alavanca de freio de mão trabalhe um pouco mais alta ao acionada, mas é importante frisar que o freio de estacionamento deve ser eficiente.

Esse tipo de freio a disco traseiro é encontrado em veículos como A3, A4, A5, C3, Linea, Stilo, Focus, Fusion, Cruze, City, New Fit, Civic, Golf, Jetta, Corolla (2009 em diante), entre outros.

Se você gostaria de saber mais detalhes sobre esse tema pode entrar em contato com através de nosso site, contato@freiosbreque.com.br ou simplesmente telefonando ao (31) 3464-5033.

 

 

 

 

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